Saboreei tanto os camarões, vislumbrei os costa-riquenhos que quase esqueço dos alemães. Imposible !!!
Passou rápido, estamos na semifinal da Copa do Mundo 2014. Semifinal esperada, BRASIL X ALEMANHA.
Sou brasileira, não com tanto orgulho como quase os 200 milhões, por conta de tantas "injustiças". Inclusive neste evento esportivo, por não ter podido levar milhões de garotos (as) para ver seu jogador predileto em uma Copa no seu país, devido o valor exorbitante dos ingressos, antes que se machucasse e ficasse fora da Final.
Deixemos de "cousas" e "causos" e contentamos em ver pela tv, em baixa definição mesmo, nos bares, nas ruas, nas praias, na floresta, em todo lugar, o grito de Goooool esta ecoando. Duvida cruel, pra que "futebol" torcer? Algumas considerações:
Na adolescência, conheci uma Marlene Koepki, apresentou-me o diário de Anne Frank. Pessoa linda, extremamente sensível, humana, fala mansa, sorriso tímido, corava facilmente. Ensinou-me o valor do silêncio e cresci com seus abraços apertados, nos seus quase 1.85 altura.
Angela, outra pessoa com características parecidas, só que com seus 1.60m, aparentemente delicadíssima, Tocava violino nas ruas de Berlim para angariar fundos para Laboratório MONTE AZUL, em Santo Amaro, São Paulo, REALIZOU mais de mil partos naturais, inclusive o da Isis de 22 anos, minha filha. Dons e talentos inenarráveis, Saudades!
E por fim o menino grande Schenk, anjo esbelto, bonito, companheiro, amigo de verdade, prestativo, humaníssimo, rico em vários aspectos, principalmente em inteligência, conhecimento e sabedoria. Como a maioria dos meninos também gosta de futebol, segundo "alguns entendidos brasileiros" Vi e cia., até que é bem ágil, joga bem, nem tanto como seus patrícios, e isso é o que vamos ver nessa semifinal.
Enfim, levando em conta essas considerações, se conseguir não me envolver com a torcida da casa, quem sabe dê uma torcidinha germânica, até pra retribuir a visita da "mãezona" e admirável Angela Merkel ao Brasil.
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