Recentemente a Neusa, uma amiga, levou o Vitor para passar um sábado no sítio da família em Porangaba com o Genro, nora, filha, netos Gu, Gui e Lucas. Além de muito divertido foi muito proveitoso, principalmente pelo conhecimento adquirido sobre a plantação de café.
Pacientemente e sabiamente mostrou e explicou-lhes todas as etapas e procedimentos de como transformar aquela frutinha vermelha, parecido com uma cereja num pó escuro e cheiroso, que produz um dos líquidos mais consumidos no mundo.
Em outro final de semana, em outro passeio, teve o privilégio de conhecer um canavial (plantação cana de açúcar). Mais adiante, em direção a cidade de Lençóis Paulista, na estrada, no interior do carro sentimos um cheiro meio azedinho, logo, avistamos uma refinaria de açúcar.
A grosso modo explicamos as etapas, procedimentos que a cana passa, seus derivados até
se converter no doce mais doce que misturado com o líquido escuro, amargo e cheiroso dá sabor as nossas manhãs, tardes e noites.
Essa mistura de café com açúcar, comparo a uma amizade antiga, verdadeira, consistente, com essências agradáveis e aromas dos mais requintados , que fortalecem elos em tardes de sábados e terças. É comparável também a amizade de pai e filha, de Manuel e Miriam.








