

A menina de cabelos cheios e pretos, de perninhas bem torneadas, tinha um sonho; ser professora. Com sete anos de idade, vinda de uma família numerosa, não poupava esforços para ensinar e alfabetizar as irmãs e parentes. A escola mesmo distante com caminhos tortuosos, foi seu ponto de partida através da cartilha “Caminho Suave”.
Hoje a
realidade é bem diferente em vários contextos e o maior investidor de sonhos é o professor, que busca encontrar o
melhor caminho para trilhar e brilhar, dentro de projetos que abranjam o
coletivo: aluno, professor, escola,comunidade, governos.
Recentemente a
revista Educação (ano18-n.210), trouxe conteúdos riquíssimos que aprimorados,
repassados, aplicados em todo Brasil e até fora, poderão melhorar
significativamente a área da educação, a qual é uma das prioritárias para se
ter um mundo mais justo, digno e feliz.
Uma das
reportagens, entre outras excelentes, está a Profissão: transformar “Em meio a
um cotidiano atribulado e permeado de desafios, em todas as partes do Brasil muitos
docentes transformam problemas e desafios do dia a dia em iniciativas que mudam (para melhor) a vida dos alunos, das escolas e
da comunidade”. Diz Bernadete Gatti , pesquisadora fundação Carlos Chagas,que o diferencial desses profissionais é
aliar uma insatisfação com a realidade ao impulso de encontrar soluções para os
problemas. Com compromisso social, parcerias estratégicas, valorização do
aluno e direto de aprender.
Outra matéria (Profecias e revoluções), fala de três
revoluções: “A primeira é a revolução
digital, que esta mudando a nossa maneira de sentir, o nosso modo de viver e a
nossa maneira de aprender. Na segunda revolução passaremos da solidão da sala
de aula para a construção coletiva de um projeto educativo. A terceira consiste
em pensar a educação para além da escola, de compreender todas as dimensões educativas que existem na
cidade, na sociedade”.
“Os projetos humanos contemporâneos carecem de um novo
sistema ético e de uma matriz axiológica clara, baseada no saber cuidar e
conviver. Requerem que abandonemos estereótipos e preconceitos, exigem que
transforme uma escola obsoleta numa escola que a todos e a cada qual dê
oportunidades de ser e de aprender.”
Ainda ressalva
a professora Fátima do ensino fundamental, da escola Henrique Dumont Vilares que faz-se necessário uma maior
mobilização da sociedade em pró da educação, melhores condições de trabalho,
cargas horárias mais justas assim como salários e principalmente que não haja a
interrupção desde a pré-escola até a universidade e mais.
Contudo, há muitas perspectivas de melhoras e assim como a
menina que tinha o sonho de ser professora e recentemente conseguiu concluir a
graduação em pedagogia, quase na terceira idade, que nossos filhos, netos e
talvez bisnetos resgatem esse desejo buscando a revalorização da profissão: PROFESSOR,
EDUCADOR, TRANSFORMADOR, CONSTRUTOR DE VALORES HUMANOS QUE NADA PODE
SUBSTITUIR.
“A escola é
um campo de criatividade, onde acontecem coisas que nem imaginamos, e o
professor é quem está à frente desse movimento”. Silvia Gouveia,
instituto cultural Lourenço Castanho
“Cada aluno é, mais do que um nome na lista de chamada, personagem
com biografia inédita”. Perissé- WWW.perissé.com.br
Homenagem a todos os professores,
inclusive aos da Henrique Dumont Vilares e
e principalmente a Maria Salete ..
inclusive aos da Henrique Dumont Vilares e
e principalmente a Maria Salete ..

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