quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Sem bienal



De passagem por São Paulo (Sampa), preferiu ficar quietinha no cantinho da vovó, para poupar o Miguel (2aninhos) do desconforto do ônibus, do trânsito barulhento e infernal, sendo assim preferiu não ir à 31ª Bienal.

Quem sabe não escolheu a melhor parte!?  Priorizou o tempo dele,  acordar, espreguiçar-se, situar-se, longe de casa, mas pertinho da mamis. Quer saber,  não ia entender nada mesmo, poderia achar tudo meio escuro, confuso, espaçoso demais e até feio.

Assim ficaram bem no seu ritmo, almoçaram avós, bisavós, meio dia. Saborearam a “comidinha saudável” (site) e fizeram “La ciesta”, coisa rara. Longe do barulho, do vacilo de entrar na contramão da multidão que corre desvairada pelos corredores metrô, puro stress.

No dia seguinte, café da tarde outra avó, bisavó, Maria. Tudo de bom ótimas companhias, inicio brisa da nova estação, primavera. Uma espécie de despedida, calmaria. Logo retornariam cidade “Natal”, ambiguamente falando, sem se preocuparem em “como encontrar coisas que não existem”  tema das artes na Bienal.

para Layla/Miguel

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