

De passagem por São Paulo (Sampa), preferiu ficar quietinha no cantinho da vovó, para poupar o Miguel (2aninhos) do desconforto do ônibus, do trânsito barulhento e infernal, sendo assim preferiu não ir à 31ª Bienal.
Quem sabe não escolheu a melhor parte!? Priorizou o tempo dele, acordar, espreguiçar-se, situar-se, longe de
casa, mas pertinho da mamis. Quer saber, não ia entender nada mesmo, poderia achar tudo
meio escuro, confuso, espaçoso demais e até feio.
Assim ficaram bem no seu ritmo, almoçaram avós, bisavós,
meio dia. Saborearam a “comidinha saudável” (site) e fizeram “La ciesta”, coisa
rara. Longe do barulho, do vacilo de entrar na contramão da multidão que corre
desvairada pelos corredores metrô, puro stress.
No dia seguinte, café da tarde outra avó, bisavó, Maria.
Tudo de bom ótimas companhias, inicio brisa da nova estação, primavera. Uma
espécie de despedida, calmaria. Logo retornariam cidade “Natal”, ambiguamente
falando, sem se preocuparem em “como encontrar coisas que não existem” tema das artes na Bienal.
para Layla/Miguel
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