FINAL DE JULHO
As vezes até bate o desespero, o stress, mas nada que nos impeça a caminhada. Arriscar em alguns eventos dão um up e traz alegria mesmo numa terça, ou numa quarta-feira à tarde. Entre uma visita e outra aos advogados, no centro de São Paulo, passar pela biblioteca Mario de Andrade, folhear uns livros. Pausas... uma exposição afro-brasileira no Banco do Brasil. Pausas ... Necessárias.
Entre trancos e trancas, não desistimos. Somos como água e azeite sem esquecermos do sal, as vezes arriscamos um vinho. Formamos uma parceria meio mágica, meio maluca. Um pouco de bom senso e priorizando as necessidades acima das adversidades, a razão em vez da emoção, prosseguimos.
Final de semestre bem sucedido se contarmos os degraus que subimos para sairmos do abismo financeiro que estávamos. Uma pausa entre alguns degraus, respirando fundo, contando até dez e forças redobradas. Dedicação, choros, ataques de nervos, crises de asma, olhos bem abertos, vigilantes, bons pensamentos, trabalho, pausa ... Orgulho, o filme, Belas Artes.
Final de julho , a chuva tão necessária e esperada, veio suavemente. Limpou os telhados, as estradas, as marginais, as avenidas , as ruas , as calçadas as escadas. Regou a terra, lavou as árvores, as plantas com suas folhas e flores, regou as hortas, purificou o ar e as almas. Então, desisti de desistir porque lembrei da poesia de Cora:
" Desistir... eu já pensei seriamente nisso, mas nunca me levei a sério; é que tem mais chão nos meus olhos do que o cansaço nas minhas pernas, mais esperança nos meus passos, do que tristeza nos meus ombros, mais estrada no meu coração do que medo na minha cabeça." Cora Coralina.
Final semestre,
SER MESTRE, MAS APRENDENDO TODOS OS DIAS.
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